sobre o le marché chic

Feira de moda, arte e design cresce no ritmo da economia criativa!

O Le Marche Chic, idealizado por Luciana Alberti, evidencia o trabalho de artesãos e pequenos empreendedores, que tem no evento, a oportunidade de ganhar visibilidade e crescer com sua marca autoral.  Com raízes em Caxias do Sul, a feira de moda, arte e design criada por Luciana Alberti já ficou conhecida por diferentes pontos do Sul do Brasil por apresentar a força do trabalho autoral e feito à mão. Desde 2016, com o nome de Mercado Chic Boutique, a proposta faz parte do calendário cultural e de negócios da Serra Gaúcha ao longo de 25 edições, sendo  várias elas realizadas no litoral do Rio Grande de Sul e Santa Catarina. Com o sucesso, o projeto itinerante ganhou marca registrada e agora se chama “Le Marché Chic”, sob referências da cultura francesa.

Luciana Alberti, ou Lulu, como é conhecida, cresceu em meio ao universo da moda, vendo sua bisavó fazendo macramê, a avó fazendo crochê e a mãe bordando. “Depois de alguns anos trabalhando no setor, onde já até lancei uma linha própria de roupas, deparei-me com uma guerra de preços que resulta em mercadorias de baixa qualidade e, desde então, iniciei a luta pelo slow fashion”, explica. Lulu contabiliza que mais de 500 marcas autorais já participaram da feira.

As novas tendências de mercado mostram que a economia criativa, ou seja, os negócios que se originam de produtos ou serviços ligados à cultura, moda, design, música e artesanato, além de tecnologia e inovação, estão em alta. Estima que esse setor representa 2,6% do PIB brasileiro e que teve crescimento acumulado de quase 70% nos últimos 10 anos. Em todo o país, cerca de 8,5 milhões de brasileiros fazem do artesanato o seu pequeno negócio, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Juntos, esses microempreendedores movimentam mais de R$ 50 bilhões por ano.

O Le Marché Chic é uma nova experiência de compra e venda, pois os visitantes interagem diretamente com quem produz. Os produtos expostos são criados manualmente em pequena escala, prezando pelo consumo ético e sustentável, em contrapartida ao movimento fast fashion.